quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Coisas do PISA



Eu, se fosse ao nosso Governo, não embandeirava em arco com a subida de Portugal nos resultados do PISA. Primeiro, porque não há políticas de educação que dêem resultados em tão pouco tempo. Segundo, porque continuamos mais perto do fim do que do topo. Terceiro, porque esperava para ver se estes melhores resultado se mantêm ou se são fogo-de-vista.
Já apliquei testes PISA em anos anteriores e vi o pouco cuidado no trabalho do ME. Como foram aplicados os de 2009 não falo, que não estive lá.
A parte de Sócrates a chamar «heróis» aos professores... vem tarde e a más horas. Já lhes chamou tudo o que de feio havia a chamar antes. Creio que a maioria deles - e por mim falo - nem se esquece nem perdoa...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Ó minha senhora, eu já não entendo nada...!


Estou completamente às aranhas.
Depois de uma volta pela blogosfera, que de vez em quando faço na hora do almoço, fiquei completamente baralhada: depois de mais de um século de luta pelos direitos laborais, agora vemos os trabalhadores, quem sabe se inspirados pelo Partido Socialista no poder, a concluir que o melhor era não haver sindicatos.
Dantes, um dos horrores do comunismo era o retirarem as criancinhas aos pais para serem educadas pelo estado. Agora, os pais pedem por tudo ao estado que lhes eduque os filhos.
Antigamente, falava-se com horror de como os desgraçadinhos dos habitantes dos infernos comunistas não tinham a liberdade de sair dos ditos infernos para viverem onde quisessem. Actualmente, acha-se que todos têm o direito de viver onde quiserem, desde que não seja na Europa nem nos Estados Unidos, claro.
Até já li, ainda há bocado, que a solução para Portugal era... o Estado Novo. Vou almoçar, isto deve ser da fraqueza...
Mais ninguém acha isto estranho?

Há quem tenha a solução para a crise...



Acreditem se quiserem, mas não se fiem em mim, vão lá ler com os vossos próprios olhinhos:
Ela aqui está...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Bom demais para não reproduzir, com vénia:



Um homem, voando num balão, dá conta que está perdido. Avista um homem no chão, baixa o balão e aproxima-se:

- Pode ajudar-me? Fiquei de encontrar-me com um amigo às duas da tarde; já tenho um atraso de mais de meia hora e não sei onde estou…
- Claro que sim! – responde o homem: O senhor está num balão, a uns 20 metros de altura, algures entre as latitudes de 40 e 43 graus Norte e as longitudes de 7 e 9 graus Oeste.
- É consultor, não é?
- Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?
- Muito fácil: deu-me uma informação tecnicamente correcta, mas inútil na prática. Continuo perdido e vou chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua informação…
- Ah! Então o senhor é político socialista!
- Sou! Como descobriu?
- Muito fácil: O senhor não sabe onde está, nem para onde ir,assumiu um compromisso que não pode cumprir e está à espera que alguém lhe resolva o problema. Com efeito, está exactamente na mesma situação em que estava antes de me encontrar. Só que agora, por uma estranha razão, a culpa é minha!…

Original aqui, assinado por Cristina F

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Bob Dylan Revisited

The times they are a-changing

Lendo isto, ficamos a perceber que o socialismo é cada vez mais diferente do que era... Ainda os havemos de ver fumando!