segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Um bom dia para o mundo - 8 de Janeiro ( e até esteve sol!)



Mesmo incompleto, é melhor do que nada.
É como o acordo entre os Sindicatos de professores e o Ministério da Educação, com o qual também me congratulo e que veio a lume no mesmo dia: vale mais pouco e tarde do que nada e nunca.

Onde está o aquecimento global, quando precisamos dele?


Sim, em Setúbal não nevou, mas esteve e está um frio do caneco! Os miúdos estão nas aulas de casaco, cachecol, barrete e luvas e não tenho coração de os mandar tirar a parafrenália agasalhante: gela-se nas salas de aula desta escola (e de todas as outras por esse país fora)! Tinha razão a personagem de Eça de Queirós que dizia que não há nada mais reles do que um bom clima!!!
Não partilho a opinião pelintra dos meus conterrâneoos que juram que o aquecimento faz mal à saúde. O que faz mal é não ter aquecimento! Este ódio português ao aquecimento e ao ar condicionado cheira a dor de cotovelo.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Eu cá gosto do Natal...


... e desculpem qualquer coisinha!
É assim mesmo, gosto. Da comida, das prendas, do barulho, de jogar Trivial, da árvore de Natal (mesmo da nossa que tem p'rái uns 15 centímetros de altura).

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O aquecimento global é um mito...


... diz-se por aí, entre uns iluminados. Ou, se existe, dizem os mesmos iluminados, a actividade humana não mete para aí prego nem estopa.
Pois, à pala do aquecimento global que não existe, a roseira coberta de flores (EM DEZEMBRO!) que tenho à minha porta deve ser uma ilusão de óptica. E o aroma da SOCEL que hoje paira no ar... deve ser perfume.

Raios partam o trabalho doméstico!


Anda acesa a discussão sobre as empregadas domésticas. No Jugular a coisa está brava. Deixa-me cá ajuntar uma acha à fogueira.
Já aqui o disse - há-de estar lá para trás - que é o dinheiro mais bem gasto, o que se paga à empregada. Quem me dera! A minha (saudosa!) reformou-se, deixando-me com o trabalho todo às costas!
Claro que o marido e as filhas ajudam, mas... as «ajudas» são quase piores do que não fazerem nada. Como não posso contar com elas - uma vez que cada um só faz o que lhe apetece e quando lhe apetece - a responsabilidade acaba por ser minha. Às vezes lá há uma ou outra coisa que me parece feita, mas nunca posso contar com isso.
Pessoalmente, acho que vivemos de uma forma que desperdiça absurdamente recursos e energia (eléctrica e humana). Sou o mais possível por uma forma de sociedade em que quem gosta de cozinhar e o faz bem (eu, por exemplo) faça esse trabalho para uma comunidade alargada (e seja pago por isso, claro!) e as casas particulares sejam reduzidas ao mínimo indispensável para o conforto - tudo fácil de limpar, claro! Esta coisa de uma casa = uma máquina de lavar roupa, uma máquina de lavar loiça, um ferro de engomar, um fogão... que afinal só funcionam algumas horas por semana é coisa que deve estar para durar pouco. É caro e cansativo!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Claro que toda a gente sabe que os homossexuais nascem em vasos...



Às vezes, dou por mim com pena de algumas pessoas. Leio o que escrevem e penso que, para elas, o mundo deve estar a transformar-se, a passos largos, num lugar tenebroso.
Mas, quanto a mim, prefiro este mundo "velho" - feito de homens e mulheres, nascidos (ou adoptados) de casamentos entre homens e mulheres, com pais e mães, irmãos e irmãs, primos, tias e avós(...)

Fruto desse pavor, escrevem não importa o quê! Como imaginarão estas pessoas uma família em que há dois pais ou duas mães?