
Um revolucionário de se lhe tirar o chapéu!


A fim de contrariar a eventual propensão para se acentuar o eixo dos
conteúdos, chama-se a atenção para a necessidade de se não trabalhar o programa
apenas em função dos referidos conteúdos; estes facultam uma metalinguagem
comum aos professores dos três ciclos, no sentido de se reverter a deriva
terminológica que se foi manifestando nos últimos anos. De um ponto de vista
didáctico, eles devem ser activa e criativamente articulados com os desempenhos
esperados, agrupados por grandes linhas orientadoras (coluna da esquerda) do
trabalho sobre as competências; a não ser assim, o programa poderá resultar numa
mera descrição de conceitos, com escassas consequências no plano da aquisição e
do desenvolvimento de competências. Acrescente-se ainda que mais importante do
que levar os alunos a memorizar definições de termos (um risco que se agrava
quando estão em causa termos metalinguísticos) é torná-los capazes de utilizar
correctamente, em contexto, os respectivos conceitos.
• três narrativas de autores portugueses
• um conto tradicional
• um texto dramático de autor
português (incluindo literatura juvenil)
• um conto de autor de país de língua
oficial portuguesa
• uma narrativa de autor estrangeiro
• dois textos da literatura juvenil
• poemas de subgéneros variados


